Esta semana o grupo CW1 passou a estar oficialmente registado como prestador de cuidados de saúde em Portugal, junto da Entidade Reguladora da Saúde. É um passo formal, mas com consequências práticas para quem usa o sistema de saúde.
O grupo CW1 nasceu de um problema concreto. Os registos clínicos dos utentes andam dispersos por serviços que não comunicam entre si, e essa fragmentação custa caro: exames repetidos, e decisões clínicas tomadas sem o historial completo à frente. Pior, raramente há alguém a coordenar o caso no seu todo. A nossa tecnologia unifica esses registos e lê o percurso inteiro do utente, e não apenas o episódio do dia. A partir daí, a nossa equipa médica assume a coordenação do caso e a equipa financeira desenha soluções que o utente consegue comportar. É assim que as diferentes áreas da CW1 trabalham em conjunto.
Daí resulta uma forma diferente de prestar cuidados. Quando o historial está completo e legível, deixa de fazer sentido pedir o mesmo exame duas vezes, e a conta no fim reflete isso. O objetivo não é fazer mais. É fazer o que é preciso, com base no que já se sabe sobre cada pessoa, e redesenhar por completo o percurso do utente para que seja mais rápido e eficaz.
"Os utentes portugueses vão passar a usufruir das práticas europeias e de um sistema mais rápido", afirma Pedro Stark, sócio-gerente do grupo CW1.
O registo entrou em vigor na passada sexta-feira, dia 19 de junho. Nas próximas semanas vamos detalhar onde e como os utentes podem aceder aos serviços da CW1.